[FP] Nathaniel B. Parvanel

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[FP] Nathaniel B. Parvanel

Mensagem por Nathaniel Brown em Dom Jul 19, 2015 3:42 pm

Ficha de Personagem


Nome:
Nathaniel Brown Parvanel
Progenitor Divino:
Quione
Progenitor Mortal:
Desconhecido
Local de Nascimento:
Toronto, Canadá
Idade:
13
Signo:
Câncer






Características Físicas:
Porte físico aparentemente normal para a idade, meio magro mas não raquítico a ponto de aparecer os ossos. Tem os cabelos levemente compridos, no estilo antigo de cabelinho de tigela, mas não tão certinho como era cortado no passado. Tem um pescoço um pouco maior do que o comum por ser magro e isso dando a aparência de um pouco mais velho, mesmo não sendo. Cabelos castanhos num tom mediano de claro e escuro dependendo da luz, e olhos castanhos claros. Seu rosto geralmente é inexpressivo e deixando muitos com incerteza sobre o que dizer para o garoto, que pode estar com a mesma incerteza de dizer ou não alguma coisa em meio ao contato visual.

Características Psicológicas:
Ele é um pouco tímido devido ao seu histórico com pessoas que tinha muita proximidade e sem querer acabou as ferindo com seus poderes. Ele tenta ser simpático e extrovertido com desconhecidos tentando não ficar muito tímido e acabar se estressando mais facilmente. Recentemente com a ajuda de Emily e Hunter, tem se tornado menos contido e não temer tanto seus poderes agora que os controlava aos poucos. Mesmo que já tenha passado alguns anos no acampamento, ainda se sente inseguro quanto aos desconhecidos, mas não por medo deles e sim por medo de machucá-los acidentalmente.

Habilidades:
Não possuí ainda habilidades especiais em combate, mas costuma ser brincalhão e tentar animar todos seja fazendo palhaçada ou apenas ouvindo suas angústias. Tem certo talento para brincadeiras e armadilhas, não sendo expert, mas gostando de pregar seus amigos em algumas apenas para riem entre si, sem se exibir para ninguém.





História:
19 de Julho de2002 - Toronto - A fria conseqüência
Era uma noite fria, fato devido à época do ano, em pleno verão ter uma nevasca era muito estranho, mas os jornais comentaram ser uma frente fria do Ártico que vinha migrando para baixo no hemisfério norte. Toronto teve um dia chuvoso, a noite chegou e a neve viera junto, estranhamente parecia uma tempestade contínua e não passageira, que rapidamente em poucas horas deixou ruas e casas como no inverno.  
Nas portas de um orfanato fora deixado uma cesta com um bebe muito branquinho, com um pouco de cabelo castanho escuro na cabeça, olhos escuros e estava quieto. Uma senhora que era a governanta do local, abriu a porta encontrando o bebe na cesta, o pegou no colo já brincando com ele e tentando o aquecer devido ao frio daquele dia incomum. Ela olhou envolta na rua e percebeu numa esquina da avenida em frente, ao lado do poste de luz estava um boneco de neve grande.

Era duas bolas grandes de neve com botões, dois pés pequenos de neve também, a cabeça era mais estranha com uma cartola, uma cenoura torta de nariz e os olhos pareciam vivos e piscando na direção do orfanato. Os braços de galhos estavam cruzados e o cachecol do pescoço tinha uma das pontas abaixo dos braços, a senhora acho aquele fato muito estranho. Colocou os óculos para poder enxergar melhor, olhou para onde vira o boneco e a surpresa era de que não havia nada mais lá no local.  

A mulher avistou na cesta do bebe uma carta, ela se abaixa para ler e dizia:  

“Senhora,
Sinto muito pelo incomodo da noite, mas não podemos criar nosso bebe e peço que cuide dele com amor e carinho. Espero ter feito a melhor decisão para meu filho, não se preocupe com a temperatura dele no frio.  
No futuro, sei que ele perguntará de seus pais, não pude mandar foto, mas fale que o pai dele era um homem bom e que o nome dele fora seu pai que escolheu. Lembre ele sempre que o destino um dia virá buscá-lo e que ele não precisará esperar muito.

Snowman.”

A senhora achou que o bilhete fora uma brincadeira, mas o bebe chorou chamando a atenção dela e tirando-a desse foco da carta. Ela colocou o bebe de volta na cesta com a carta, e carregou tudo para dentro do orfanato onde o garoto cresceria forte e com amor, ou era assim que se esperava.  


O crescimento
A senhora se responsabilizou por Nathaniel dando tudo o que podia para alegrá-lo e cuidar dele durante seu crescimento, mas uma coisa muito estranha fora notada. Nos meses da primavera e do verão quando havia dias quentes, o garotinho ficava de mau humor chorando com frequência, mas já nos meses de outono e inverso, era uma alegria só, parecia outra criança.

Com o passar dos anos, o garoto cresceu ficando forte e definindo seus traços faciais ficando mais fortes, ou permanentes em certos casos. O humor de Nathaniel se mantivera o mesmo, mas com o tempo ficara mais sociável deixando seu mau humor agir só com coisas que o aborrecessem. O que no caso era frequente já que ele era uma criança, então se estava com fome, com a fralda suja era uma choradeira muito irritante porque ele não parava.  

Já no inverno, o garoto ficava de bom humor constantemente sendo difícil de irritá-lo, mas mesmo irritado o garoto se mantinha quieto e ia chamar a governanta pedindo ajuda sendo no que quisesse como comida, banho, cuidar de algum machucado, etc.  


2006 – A Crise e a ajuda
Quando começou a andar mais livremente e não depender mais tanto da governanta, Nathaniel tinha algumas crises estranhas com seu humor. No verão, ele adquiria gripes muito incomuns e desconhecidas pelos médicos do hospital da cidade, ele espirrava alto e neve aparecia pelo quarto todo. O mais estranho era que o garoto não se incomodava com a neve, não sabia como a neve viera parar ali no meio da noite; e o fato mais curioso, a neve se mantinha “ativa” do quarto do menino por quase 6 horas sem derreter mesmo com intenso calor pela época do ano.  

Para quem imagina que o verão era pior, no inverso era igualmente complicado as crises de Niel e seu humor instável. No início, a governanta achou os acontecimentos peculiares, mas pesquisando a fundo e vigiando o garoto, descobriu as reais causas dos acontecimentos estranhos. No pátio, se alguma criança aprontava, ou irritava Niel acabava caindo de cara na neve e logo adquiria uma gripe incomum que parecia algo pior pela forma que demorava a curar.  

O garoto parecia algum tipo de presságio ou coisa pior, porque muitos tomavam cuidado com ele fosse ao verão, ou no inverno, mas principalmente se estivesse sem a governanta em casa que era a única pessoa que o garoto realmente obedecia. Parecia que se ela não estivesse em casa, todos no orfanato poderiam estar na linha de perigo do garoto, podendo desde gripe até acidentes estranhos com água.  

Uma garota parecida com Nathaniel com cabelos escuros pele razoavelmente pálida e aqueles olhos desafiadores que o garoto já ensinara muitos do local a temerem aquele olhar. A menina recém chegada pediu para ver o garoto, e uma das mulheres do orfanato informou no caminho para o quarto dele, várias ocorrências sobre ele. A jovem assentiu e entrou no quarto esperando o garoto, a atendente o chamou e quando o mesmo chegou perguntando o que era, ela gaguejou e saiu de vista.  

- Olá Nathaniel, vim para lhe buscar - A garota sorriu para o menino, o mesmo a olhou sério e respondeu: - E quem disse que quero sair daqui? - A estranha para o garoto estendeu a mão para ele se sentar: - Você não precisa. Eu já sei dos seus “poderes” e eu quero ajudar, há um lugar para isso onde há outros semelhantes como eu e você. - Ela parou um pouco de falar, manteve o contato visual com o garoto.

O garoto entrou no quarto ainda receoso, ficou ao lado do armário: - E quem é você? Como você pode ser semelhante a mim? - Ela sorriu, abriu a mão com a palma para cima e um floco de neve de quase 20 cm apareceu girando sobre a mão dela. O garoto ficou pasmo, se sentou na cama observando o floco com interesse, quase como inveja: - Sou Emily Brown, uma irmã por parte de mãe.


Do passado ao presente
Nathaniel conversou mais sobre seus poderes com Emily, a garota fora evasiva quanto às origens porque talvez fosse demais para ele receber num mesmo dia e tão novo. Mesmo sem todas as respostas, o garoto quis ir com Emily e as meninas do orfanato praticamente imploraram para a governanta aceitar o pedido de adoção imediata. Após a burocracia e o garoto insistir na sua vontade de saber mais, a governanta cedeu e o garoto partira para o acampamento meio sangue sem saber que seria sua nova casa permanente.  

Emily o adotara como a um filho, ensinou sobre os poderes e as emoções, que estão ligadas e precisa-se ter cuidado com os efeitos se não focar em separar as coisas. Ela ensinou o básico também com as pessoas, para ele não ser maldoso no acampamento, porque se fosse com um filho de Ares, por exemplo, poderia ter uma briga nas mãos maior do que ele mesmo.  

O garoto crescera mais feliz com o aprendizado de seus poderes e uma melhoria de sua personalidade também, parecia outro garoto e por isso sua irmã decidiu fazer o que achou certo. Contou a verdade para ele sobre a mãe deles, entregou a carta que a governanta disse que estava com ele quando o encontro e o mesmo embora não acreditar muito nos fatos, deixou como estava por uns dias. Era estranho saber sobre os deuses e que era filho de uma deusa, mas com poderes como os dele, não era assim tão absurdo porque no acampamento havia outros com poderes diferentes também e já havia visto algumas coisas.  

Com o tempo, o garoto passou a acreditar mais nas histórias de Emily sobre mitologia e as coisas que aconteceram com heróis, até mesmo algumas história que envolviam a mãe deles. Era um mundo diferente, provavelmente nunca imaginara algum lugar como aquele, mas Niel sabia que mesmo estranho do que já vivera era ali que ele pertencia, com Emily o ensinando a história e o uso de seus poderes.  

Recentemente, ou nem tão recentemente assim, Emily passou a namorar um filho de Poseidon, Hunter Parvanel, ele era simpático e bem brincalhão. O que era estranho é que parecia que tinha algo familiar entre os dois, Hunter já tentara pregar peças no garoto como água no chão, mas o garoto não caia em nenhuma delas. Hunter contara para Emily sobre as brincadeiras dele com Niel que não funcionavam, e depois de tapas no namorado, os dois passaram a pensar no assunto e a estudar esses acontecimentos.

Hunter havia feito armadilhas com água líquida, tecnicamente não era para o garoto de dez anos sequer perceber o efeito da água manipulada, não tinha treinamento com isso ainda. Emily e Hunter chamaram Niel após conversar e tentar entender esses efeitos do garoto, ele não entendeu a dúvida, ele sabia das brincadeiras e transformava a água para gelo, para não cair nas brincadeiras.  

O casal ficou meio pasmo com a naturalidade do garoto filho de Quione inexperiente falar que transformava água facilmente e que tinha mantido isso em segredo. O garoto sorriu e comentou que fazia as brincadeiras do Hunter no orfanato e já conhecia as esquivas, Hunter ficou triste, mas igualmente interessado no garoto porque estava de frente para um colega de pegadinhas.


Um presente para o futuro
Nas noite em meados de julho, pareciam ficar mais frias e o garoto igualmente mais inquieto como se algo o incomodasse. Seria ele a razão desse frio mais fortes nessas noites recentes? Talvez fosse, mas nunca tinha tido tanto poder assim para essa ocasião e isso mesmo não sendo uma real possibilidade fazia o jovem garoto se levantar da cama toda noite. Numa noite, mais precisamente 19 de julho recebera a visita mais inusitada de todas: a da sua mãe.

Ele havia acordado como de costume, foi no banheiro e depois beber água na cozinha pequena no chalé, se virou para a pia pra lavar o copo e o mesmo escorregou de sua mão com sabão ao ver uma mulher na sala olhando pra ele. De cara se percebia que era uma mulher pelo seu vestido azul escuro como a pintura do chalé de Zeus, cabelos negros presos e uma pele branca sem ser pálida.  

Os detalhes eram indiferentes para o garoto que estava meio sonolento e rapidamente desperto pela aparição da mulher, ele passou pelo balcão da cozinha olhando envolta pelo corredor e a porta de entrada. Constatou a ausência de demais pessoas e indagou: - Desculpa, mas esta tarde e não tenho quem chamar pela hora. O que a senhora quer aqui? - A fala do garoto a surpreendeu um pouco deixando um ar simpático em seu rosto: - Vim pra falar contigo mesmo, filho.

Aquela última palavra o pegou de surpresa fazendo o mesmo se perder um pouco na situação. A feição ficou mais confusa ainda: - Er, oi? Minha mãe é a deusa Quione e até onde me falaram os deuses não visitam seus filhos, só quando eu me tornar mais velho que eu vou ter contato com ela ou foi algo parecido que aaaahhh.. - Comecei a bocejar sem querer - A mana explicou.

- De fato, só costumam ter contatos com os filhos mais tarde, mas você não é como os outros. É um dos poucos que viera cedo para cá e graças aos deuses nunca sequer viu um monstro antes daqui. Filho, eu sei que deveria ter vindo... - Ela se calou quando o garoto sumiu da vista dela e logo ela sentiu um abraço apertado do mesmo - O importante é que esta aqui.

Ela sorriu pela reação dele e pegou um cajado encostado perto da porta do chalé o estendendo para ele: - Para você, hoje é seu aniversário e esse cajado é o seu presente. - O garoto se afastou um pouco da mãe para tocar o cajado e logo em seguida acordou sentado na cama com o cajado em mãos. E mais importante com aquela dúvida no ar se foi um sonho, ou uma lembrança por completo, mas o sentimento de amor quando abraçou sua mãe ainda estava ali.




Treinos:

Missões:

Eventos:




Bênçãos:
Descreva aqui suas bênçãos

Maldições:
Descreva aqui suas maldições

Arsenal:
• Espada de Bronze [Inicial]

• Escudo de Bronze [Inicial]

• Armadura de Couro [Inicial]

• Elmo de bronze [Inicial]

Bulat - Cajado de madeira reforçada em seu interior com tranças de madeiras em torno de toda sua extensão permitindo uma grossura maior do mesmo, além da facilidade em seu dono de pegar o mesmo em diferentes locais. Possuí uma fina camada de gelo deixando qual a habilidade da arma caso conheça o efeito. Ele possuí quase dois metros de altura e um pouco abaixo da ponta reta, um outro "galho" segue reto para cima e faz uma curva para cima e em seguida parando quando aponta para baixo. Deixando o formato do mesmo como um grande ponto de interrogação, além da habilidade natural dele quando o dono o recobre com uma luz branca, podendo congelar tudo o que tocar enquanto permanecer assim, com esse "brilho". Não é uma camada muito grossa, mas o gelo é suficiente para imobilizar algo temporariamente (5 vezes por evento). [Classe Livre - Filho de Quione]

• Adaga de Bronze Celestial

• Espada Curta de Bronze Celestial

• Peitoral de Bronze


©PJGR - Percy Jackson Gregos e Romanos


Última edição por Nathaniel B. Parvanel em Seg Jul 20, 2015 5:05 pm, editado 1 vez(es)

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Re: [FP] Nathaniel B. Parvanel

Mensagem por Ártemis em Seg Jul 20, 2015 4:41 pm

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