(FP) Sophie Trisha Heassler

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(FP) Sophie Trisha Heassler

Mensagem por Sophie Heassler em Qui Jul 23, 2015 12:59 am

Ficha de Personagem


Nome:
Sophie Heassler
Progenitor Divino:
Hécate
Progenitor Mortal:
??? (adotada por Amy e Joey Heassler)
Local de Nascimento:
Austin,Texas - USA
Idade:
18
Signo:
Gêmeos






Características Físicas:
Seus  fios são castanhos, por vezes alourados, por vezes avermelhados, seus  olhos são de  um castanho mais claro, porém que não chega a ser mel, sua pele é branca e levemente dourada. Seu rosto lembra o rosto de uma gatinha, sendo assim ela tem traços fofos. Ela tem uma estatura baixa, com 1,55 metros de altura, porém é relativamente forte para o seu porte físico. Não possui nenhum tipo de tatuagem ou algo do tipo.

Características Psicológicas:
Sophie odeia ser criticada por não se importar com as coisas e viver sempre de forma intensa. Ela é confiante de si e muito orgulhosa. Não se envergonha do que é em momento algum, e talvez por isso ela não tenha medo de desafiar os limites. Faz muitas vezes as escolhas erradas, mas está sempre buscando acertar, de sua própria maneira. Sophie quase nunca se arrepende do que faz, mas se redime do que fez quando admite um erro. Em relação às amizades, ela geralmente não faz boas escolhas devido ao seu temperamento tempestivo, divertido e até um pouco duvidoso. Não se prende muito as pessoas, mas quando alguém conquista sua confiança, ganha sua lealdade eterna – ou até que Sophie note estar sendo usada.

Habilidades:
Sabe arrombar fechaduras, tem destreza ao manusear facas. Sabe lutar Judô e Taekwondo, sabe dançar, o que lhe deu mais agilidade, destreza. Sabe tocar e cantar.





História:
Primeiramente, devo dizer que eu não sei quem são meus pais. Tá bom, eu até sei quem são Joey e Amy Heassler, mas não me levem a mal, eles não são meus pais de verdade e isso sempre complicou a comunicação. Quando fui adotada, ainda bebê, eles também adotaram dois rapazes, que eram irmãos gêmeos. Oliver e Jake praticamente que me criaram, uma vez que eram 10 anos mais velhos que eu e nossos pais adotivos que viviam trabalhando.

Morávamos todos em Austin, cidade do Texas. Durante minha infância começaram os conflitos entre eu e meus pais adotivos. Eles queriam que eu fosse à garotinha perfeita, mas aparentemente isso era impossível para mim. A Hiperatividade e Dislexia atrapalhavam bastante nisso, mas eu nunca senti vontade de suprir os desejos de meus “pais”. Eles nessa época fizeram de tudo, me colocaram em aulas de canto e violão, danças de diversos tipos e até de judô e taekwondo, na tentativa de me criar disciplina.

Passei toda minha adolescência aprontando. Sem meus irmãos mais velhos por perto para cuidar de mim, eu não tinha limites. Mesmo prosseguindo nos cursos extras, eu era uma peste. Na escola, sempre passava raspando. Considerando que eu sempre pegava detenção, faculdade não seria uma opção. Eu continuava com meus cursos, mas nada parecia me dar um jeito. Não me considerava rebelde, eu só queria me divertir. Até os 15 anos, não tive muitos amigos.

Mas eu não servia para lobo solitário, e três garotos da minha cidade me aliciaram par seu grupo. No início era tudo muito inocente. Saíamos por aí, brincando e contando piadas, gastando nosso tempo inteiro conversando sobre uma besteira qualquer e bebendo cerveja em bares clandestinos, portando identidades falsas. Então, aquilo evoluiu para pregar pegadinhas e por fim, praticar algumas atividades ilegais, pequenos delitos por assim dizer.

(...)

Uma vez, Cole, Ryan e Samuel estavam tentando invadir um mercado de madrugada, para roubar doces, e me convidaram para a festa. Qual seria a graça de viver a vida sem nenhuma história boa pra contar? Aceitei prontamente, por mais que a ideia de roubar doces fosse um pouco estúpida. Eles tinham medo de tentar abrir a porta, e eu sabia que se eu a tentasse abrir seria menos suspeito. Eu já havia feito isso algumas vezes, pra fugir de casa, logo não seria tão difícil.

Peguei um grampo no cabelo, entortando-o. Coloquei o mesmo, já moldado no formato desejado, na abertura da fechadura e comecei a girá-lo em movimentos constantes e delicados, até achar o seu fecho. Mais alguns movimentos circulares para desvendar o segredo da fechadura e logo consegui abrir a porta, tendo que seguir sozinha a partir dali. Covardes.

Comecei então, a procurar os doces enquanto os rapazes ficavam de guarda lá fora. Reparei em um vigia dormindo nos fundos na loja e passei a tomar mais cuidado para que ele não notasse a minha presença Caminhei lentamente até os doces que havíamos combinado previamente para roubar e analisei se o segurança estava dormindo ainda. Pra minha sorte, sim.

Peguei a mochila que os rapazes me deram previamente, e coloquei cuidadosamente os doces ali, o suficiente para encher a mochila. Assim que terminei de esvaziar a prateleira, voltei pelo mesmo caminho que vim, ainda sem fazer barulho, e sai, fechando a porta cuidadosamente atrás de mim. Quando os rapazes me viram e sorriram para mim, Cole disse:

- Eu sinceramente havia pensado que você estava morta. Sabemos que ai tem um guarda... - Apenas fiz uma expressão de espanto, abrindo de leve a boca, enquanto Cole era fuzilado pelos olhos por Ryan e Sam. Ele devolveu o olhar com um de “Que foi?”.

-Seus idiotas! Eu poderia ter sido presa, ou pior!- dei um olhar furioso para os rapazes, que recuaram de medo, e dei um soco no ombro de Cole, que colocou a mão aonde eu o havia atingido, com uma leve expressão de dor.

-Dude, porque você foi contar pra ela? – Samuel disse, enquanto ele e Ryan batiam de leve na cabeça de Cole, enquanto eu apenas rolava os olhos.

-O que tem demais? – Cole perguntou um pouco confuso, Ryan e Sam bufaram sem muita paciência. Eu apenas os seguia até a nossa base secreta: uma casa na árvore, numa propriedade da família de Ryan.

-Agora a Soph vai nos encher pelo resto da vida! – Sam explicou, e Cole pediu desculpa para todos nós. – E você sabe que temos medo dela.

-Vamos esquecer isso, ok gente? – pedi séria, pondo um fim à discussão. Logo um sorriso de canto surgiu em meus lábios, feliz com o silêncio.

Chegamos a casa na árvore e papeamos um pouco, como sempre.  e então fui para casa. Fui cantarolando pela rua, sozinha, pensando no que havia feito anteriormente. Eu me sentia diferente; aquilo não podia ser normal. Não notei quando um homem se aproximou de mim.

-Hey, gata! – ele me chamou, mas resolvi não dar muito confiança  – Passa a grana.  

Dei pra ele o meu famoso sorriso sarcástico ao notar que ele tentava me assaltar sem arma nenhuma.

-Dude, não eu quero parecer chata, mas não está fácil pra ninguém... – dei uma piscadela  - só tenho doces roubados, quer um pouco?  

Ele parecia analisar o que eu havia dito, enquanto passava os dedos no queixo.

-E que tal eu roubar você, docinho? – ele perguntou se aproximando, mas eu logo ergui a faca de combate que Ryan havia me emprestado para o furto, cortando o homem de leve no quadril.  Era um golpe proposital, apenas para afastá-lo.

-Sua louca! Olha o que você fez! – ele arregalou os olhos, colocando as mãos na sua ferida, se afastando lentamente de mim quando sorri um pouco macabra ao ver o sangue escorrer por seus dedos.

-Se não quiser um corte maior e que te faça ter que explicar para as enfermeiras de um hospital que você ia assaltar uma garota, mas ELA te agrediu, eu acho melhor você ir embora... – minha voz era mansa e minha expressão ameaçadora, enquanto o homem fez uma expressão enfezada, mas ainda sim assustada. Fingi que ia atacá-lo novamente, e ele saiu correndo para longe – JÁ VAI TARDE!  

Em outro dia, depois desse ocorrido, Amy se aproximou de mim com uma caixa média e muito antiga. Dentro dela havia uma carta amassada e um colar de pedra muito bonito, e eu sorri ao vê-lo, ele parecia perfeito.

- É uma herança de família – ela disse, enquanto colocava o colar em mim, e eu fiquei estática. – Era de sua avó, passou para mim, e agora é seu.
-Não quero então... – falei ríspida – Não até vocês me ajudarem a descobrir quem são meus pais.

Uma regra da nossa casa era nunca falar dos nossos verdadeiros pais, fossem os de Oliver e Jake, fossem os meus. Amy suspirou pesadamente, casada.  
Olhei para o colar e o observei melhor. Era feito de uma pedra branca opaca em formato oval, com uma pedra vermelha acinzentada no meio, lindo. Mesmo assim, ele pertencia a família Heassler. Não a mim.

-Pra que aceitar esse colar? - perguntei, enquanto eu observava Amy morder os lábios, frustrada. – Eu não quero ser aceita nessa família.

Levantei-me e sai dali, deixando Amy e seu colar para trás. Fui até a cozinha e bebi um pouco de água. Escutei o som de um cão raivoso vindo da janela e pensei ter visto algum tipo de cão gigante, mas ao olhar pela janela, não vi mais nada. Achei estar ficando maluca e voltei a tomar minha água.

(...)

Passaram-se alguns anos e eu estava decidida a ir morar sozinha. Havia arranjado um emprego em uma cafeteria como garçonete e já havia acabado o meu último ano letivo. Havia um ano que tinha perdido o contato com os meus amigos, uma vez que os três foram para Universidade de Auburn, por conta do time de futebol americano, me deixando na cidade sozinha. Estava aprontando menos, mas não o suficiente para salvar meu currículo escolar. Estava voltando do trabalho e notei que havia dois jovens desconhecidos no sofá.

-Err... – olhei em volta, à procura de mais alguém na casa. – Quem seriam vocês e o que querem?

-Sou Mike, seu sátiro – o rapaz negro se apresentou e logo apontou para o outro jovem – E esse é Gordon, filho de Hermes. Viemos te resgatar...

-É, nós viemos te levar para o Acampamento Meio-Sangue... – disse Gordon em tom descontraído e tornei a olhar em volta.  –Se sabe né? Lar dos semideuses.

-Ok, isso é um tipo de pegadinha, certo? – soltei uma gargalhada e logo os encarei enfezada, enquanto ambos se entreolharam, com medo. – Porque se não for, eu não tenho medo de um rapaz manco – apontei primeiro para o negro, que levava consigo muletas e depois para o loiro – e outro que tem mais pose que atitude.

-Olha isso e acredite na gente – Mike começou a retirar as calças.

Antes que esboçasse qualquer reação agressiva em relação ao rapaz, o mesmo mostrou sua parte de baixo animal. Literalmente.

-Mas que... – eu sussurrei assustada e um pouco enojada – VOCÊ É MESMO UM SÁTIRO!

-Exatamente. – o filho de Hermes apontou para mim – E você é uma semideusa. Agora vamos que já fizemos suas malas. Deixe um bilhete para seus pais e diga que você está bem, blá, blá, blá.

-Mas... – eu tentava absorver todas as informações jogadas para mim.

-Sophie – eu encarei o sátiro, pois não havia dito meu nomea até então. – Você quer conhecer sua família ou não? – afirmei com a cabeça – Então venha, pois aqui você corre perigo...

Eles se levantaram e pegaram as malas, que eu só havia notado a partir daquele instante. Escrevi um bilhete curto em um papel qualquer com a seguinte frase:

“Não tentem me achar, Soph”

Saí da casa para que eu nunca mais voltasse e estava feliz por isso. Conseguimos chegar ao tal acampamento em segurança e lá descobri ser filha de Hécate. Agora a única coisa que eu queria saber era: Quem era o meu pai e porque ele me abandonou?

OBS:
ESSA HISTÓRIA É ADAPTADA DE OUTRO FÓRUM, E PERTENCE À MESMA PERSONAGEM/ PORÉM, A MESMA FOI DELETADA DESSE FÓRUM




Treinos:

Missões:

Eventos:




Bênçãos:
Descreva aqui suas bênçãos

Maldições:
Descreva aqui suas maldições

Arsenal:
• Peitoral de Bronze [Presente de Sebastian Verlac Lahey]

• Aljava de flechas envenenadas [60 unidades] [Presente de Sebastian Verlac Lahey]

• Barra de chocolate [4 unidades] [Presente de Sebastian Verlac Lahey]

• Espada de Bronze [Inicial]

• Escudo de Bronze [Inicial]

• Armadura de Couro [Inicial]

• Elmo de bronze [Inicial]

Mighty Pride - Um cajado de 90 centímetros feito de bronze celestial, com formato alongado de forma a gerar uma lâmina afiada. Possui inscrições em grego por toda a sua superfície colorida em tons arroxeados. Sua varinha de 25 centímetros que é feita do mesmo material e contêm as mesmas inscrições. Ela pode variar sua forma de um cajado para uma varinha e em qualquer uma das duas formas será capaz de disparar rajadas de energia que ao acertarem o alvo deixam o local atingido totalmente dormente. Disparos na cabeça são capazes de deixar o alvo inconsciente. Também serve para canalizar feitiços feitos por Sophie [dormência dura um post • desmaio dura 1 rodada] [Classe Livre - Filha de Hécate]

Arco Grande de Bronze [Presente do Josh]
Aljava com 60 flechas de Bronze Celestial [Presente do Josh]
Adaga de Bronze Celestial [Presente do Josh]


©PJGR - Percy Jackson Gregos e Romanos


Última edição por Sophie Heassler em Qui Jul 23, 2015 6:02 pm, editado 1 vez(es)

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Re: (FP) Sophie Trisha Heassler

Mensagem por Ártemis em Qui Jul 23, 2015 3:56 pm

Não encontrei nada na sua história referente a arrombar fechaduras, identifique para mim aqui embaixo.
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Re: (FP) Sophie Trisha Heassler

Mensagem por Sophie Heassler em Qui Jul 23, 2015 5:40 pm

Sophie Heassler escreveu:Eles tinham medo de tentar abrir a porta, e eu sabia que se eu a tentasse abrir seria menos suspeito. Eu já havia feito isso algumas vezes, pra fugir de casa, logo não seria tão difícil. Após tentar, rapidamente consegui abrir a porta, tendo que ir sozinha. Covardes

Se não ficou explícito o suficiente que estava arrombando a fechadura da porta, eu posso editar pra você, Ártemis... Basta pedir...

(PS: Editado)

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Re: (FP) Sophie Trisha Heassler

Mensagem por Ártemis em Qui Jul 23, 2015 6:17 pm

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