[FP] Tristan Bane Porter

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[FP] Tristan Bane Porter

Mensagem por Tristan Bane Porter em Sab Jul 18, 2015 8:36 pm

Ficha de Personagem


Nome:
Tristan Bane Porter
Progenitor Divino:
Febo
Progenitor Mortal:
Maryse Porter
Local de Nascimento:
Dallas, Texas - USA
Idade:
17
Signo:
Áries






Características Físicas:
Possuí um porte físico forte por malhação anterior a Lupa e mesmo em seus treino com a deusa, esteve sempre em atividade seja de resistência, ou em lutas. Possuí algumas tatuagens que fizera escondido de sua mãe como um reforço de seus pensamentos "Mercy"  no braço direito. Tem 1,75m de altura, um peso razoável para o seu porte físico e estatura. Há algumas cicatrizes do tempo com Lupa e algumas coisas até mesmo anterior a sua estadia com a deusa como arranhões cicatrizados.

Características Psicológicas:
Costuma ser brincalhão nas horas certas com os amigos, para os que não o conhece pode se pensar que é fechado demais, mas isso deve-se pela insegurança do mesmo em ser quem ele é. Nunca foi realmente bem recebido como quem gosta de música de tocar instrumentos e de lutar, ainda mais por ser um filho de Febo e alguns temerem o mesmo que pudesse falar diversos mau agouros contra eles. Em um contexto geral, ele tenta ser simpático com todos, procura ser educado e saber sempre um pouco mais sobre aquilo que achar necessário, sendo seu principal algo: Febo.
Pelo que disseram ele aparenta ser bem sociável e com talento para as artes como canto e instrumentos, pelo menos os que tentou sempre foram realmente fáceis de aprender. Tem um temperamento mutável podendo estar agressivo, contente, bobão e sarcástico, ou até mesmo impaciente e explosivo. Apesar do seu humor, ele tenta sempre se adequar ao momento e ser mais simpático ou sério para o que a circunstância pedir, mesmo que às vezes não consiga segurar o riso ou uma piada momentânea.

Habilidades:
Sabe tocar razoavelmente bem piano, teclado, guitarra e violão, "arranha" um pouco na bateria, pois aprendera um pouco e não praticara tanto devido há alguns problemas. Além dos instrumentos, também canta satisfatoriamente bem pra ele, e costuma cantar em alguns momentos para se acalmar quando não pode lutar e nem treinar. Sabe lutar boxe e alguns golpes de outras artes sem aperfeiçoamento em nenhuma em específico por preferir o boxe e ter se focado nele quando treinava.





História:

Tristan foi criado com sua mãe, Maryse, e sua avó, Júlia, que sempre o mimaram, deixando sua personalidade o oposto do que poderiam pensar pela analogia do seu nome: de Tristan para triste. Enquanto sua mãe trabalhava como enfermeira em um hospital perto de casa e já fazia sua faculdade de medicina para melhorar seus conhecimentos e subir de cargo, em casa, cuidava de Tristan como um filho que nasceu tarde demais, mas com igual amor, fazendo bolos e doces que o mesmo gostava sendo o seu preferido o de cenoura com cobertura de chocolate que cobria sozinha o bolo inteiro e quando esfriava ficava grossa e durinha.

A avó não só ajudava a criar o neto como também auxiliava com as contas de casa, pois o salário de enfermeira de Maryse ia todo com a faculdade para mensalidade e despesas extras como projetos e trabalhos. Dona Júlia, como era chamada no bairro, fez todas as coisas que a família dividida ensinava para a criança: lamber escondido a cobertura de bolos de aniversário; roubar docinhos de festa; comer bombons e disfarçar as embalagens para a mãe não perceber; e o principal que era raspar vasilhas da massa de bolo até não ter praticamente nada nela.

Além das travessuras culinárias, sua avó o apresentou aos filmes da Disney, desde Mulan e Pocahontas até o Hércules - seu filme preferido - tanto pelos heróis quanto pelas músicas. Talvez fosse um pouco viciado no filme, pois todo dia ele e sua avó viam um filme juntos quando ele voltava da escola e quase todo dia acabavam vendo Hércules. As melhores partes eram as músicas das Musas em que ele dançava, cantava e encenava as cenas de batalha nas músicas.

Sua avó o incentivava e aplaudia depois do show e falava quase todo dia que ele seria incrível quando crescesse, um herói a quem devem se assemelhar como no desenho. Contudo, as coisas foram ficando difíceis e complicadas quando Tristan, já com seus doze anos, tivera sua quase primeira experiência de como é a vida: sua avó caiu ficando sem andar. Claro que ele tentava fazer tudo pra ela sem que ficasse chato essa nova situação.

Mesmo que ela não pudesse mais fazer o bolo de cenoura com cobertura de chocolate sozinha, ou fazer as compras com ele, ainda tinha os filmes juntos e nisso ele fazia questão de caprichar mais ainda - se é que era possível - nas suas performances musicais das Musas. Dona Júlia dando um jeitinho conversou com sua filha Maryse e o colocaram em aulas de música de tudo que ele queria como violão e piano para depois poder aprender mais facilmente em teoria a tocar guitarra e teclado.

A família se mudou para um apartamento com elevador para Dona Júlia poder ir com o neto nas aulas de música e ser plateia de presença confirmada em toda a vida musical dele. Dois anos depois de fazer aulas, já possuía um conhecimento razoável desses quatro instrumentos musicais, começando até as aulas de bateria enquanto afastava-se um pouco das aulas clássicas para algumas de estilo livre.

Poucos meses depois que começou a tocar bateria sua mãe se formara em Medicina com honra e de fato subiu seu cargo no hospital após algumas avaliações para realmente mostrar tal potencial para a tarefa, o que já ajudou a experiência como enfermeira de lá. Algum tempo depois Dona Júlia teve um enfarte enquanto dormia, embora Tristan jurasse ter ouvido alguém no quarto da avó discutindo com ela e tinha uma forma meio de velha nua com asas, mas achou que era um sonho e tentou esquecer aquela visão da senhora nua.

Tristan ficou algumas semanas de luto, mau comia, não tinha muito desenvolvimento nas aulas de bateria e os filmes de sua avó ficavam cada vez mais empoeirados na prateleira. Sua mãe pediu ajuda ao filho, com planos de não o deixar à toa em casa, e o colocou numa academia variada com luta, musculação, dança e outras coisas que ele não viu nas vezes que ia para lá. Não demorou muito para ele pegar gosto de socar coisas, mais por descontar a raiva da falta de sua avó do que de fato gostar do esporte.

Após alguns meses malhando sozinho, o treinador de boxe - Ronny Malboro - o chamou para treinar, pois via o mesmo com certa raiva para descontar e um treino específico seria melhor do que só socar sacos de areia e levantar pesos. Descontar a raiva em sacos vazios ou começar a socar alguém? Óbvio que era uma novidade, mas não ridícula pois parecia ser uma luz no fim daquele caminho de raiva, quase como um fim do luto que sentia.

Aos poucos em meio aos treinos específicos de luta como caminhada, corrida, malhação ritmada, exercícios nos sacos de areia e o acompanhando do treinador, o jovem acabou voltando um pouco para aquele sentimento musical de antes, mas nem tanto para compor ainda. Logo sua mãe começara a sair com um dos pacientes dela do hospital que aparentemente queria agradecer por ela ter salvado a vida dele.

O jovem nunca soube naquela época que alguns dos "plantões" de sua mãe eram encontros com esse ex-paciente, mas em poucas semanas viera o "pedido" de casamento do ex-paciente e foi ali que teve seu primeiro contato com Marcus Forbes. Ele era um detetive de carreira mediana no departamento de polícia de Dallas, mas mesmo não gostando muito daquilo não queria estragar a felicidade da mãe.

Pouco presenciou dos momentos de sua mãe com Marcus, mas o mais preocupando foi quando a mesma se casou com ele e o detetive viera morar na casa deles. Inicialmente foram coisas pequenas e aparentemente normais nessa mudança: Tirar os DVDs da Disney de Dona Júlia da sala para o quarto enquanto que ficaria os DVDs de faroeste e músicas que Marcus trouxera; a atenção de ligar que teria plantão era primeiro e algumas vezes só com Marcus; e a mais "nojenta" ter de sair algumas noites porque eles teriam noites quentes.

Isso tudo era relevável já que sua mãe estava feliz e não queria estragar isso pra ela, focando sua raiva nos treinos de luta e concentrando em seus golpes seu estresse como seu treinador ensinou. Contudo, no entanto as mudanças passaram a ser irritantes quando Maryse avisou que teria de cortar as aulas de música de Tristan pela situação financeira, porque o inventário de Dona Júlia estava saindo e o advogado estava cobrando um preço alto.

Compreensivo mesmo a contragosto passou a treinar apenas em casa com o violão que era o único instrumento que tinha ali como um presente de sua avó. Cogitou a hipótese de parar a academia, mas o treinador que era também dono da academia não deixou porque reconheceu que Tristan fora dali teria problemas em controlar seu estresse e luto que usou nesses anos de treinos.

Um pouco estranho talvez, Tristan manteve seu horário de treino, mas também como ajudante na Academia Monster tendo de chegar logo após a escola e saindo no horário de fechar a mesma. Não recebia nada ainda, só trabalhava como ajudante como uma ajuda pelos treinos de graça que seu treinador permitia. Ronny não fizera Tristan de ajudante a toa, ele precisava de alguém mais útil na academia como um Personal Trainer só que mais barato e que fosse de confiança e não saísse paquerando as meninas a toa.

Tecnicamente Tristan não paquerava as meninas por falta de tempo mesmo, não conseguia cogitar a hipótese de um namoro tendo que suportar o tempo em casa, descontar a raiva na academia e agora trabalhando nela, não sobrava tempo pra vida social. Após algumas semanas de trabalho na academia, Tristan chegara cansado em caso só querendo dormir e não soube de sua mãe então seguiu para quarto desmaiando na cama sem nem trocar de roupa.

Durante a madrugada sentiu uma mão em sua perna esquerda, depois em sua bunda e até mesmo uma apalpada nela, mas achou ter sonhado com algum filme porno e logo voltou a dormir. Um pouco mais tarde sentiu algo pesado sobre o seu corpo e uma tentativa de tirar suas calças, tentou se mexer na cama e não conseguiu se virar quase nada nela. Por sorte o abajur estava perto e o ligou para ver quem era, mas não ajudou muito porque era Marcus sobre ele tentando estuprá-lo enquanto dormia.

Pegou na haste do abajur soltando da tomada com um puxão e numa meia virada de braço jogou o abajur na cabeça de Marcus que caiu de susto ao lado da cama. Esse movimento dera a Tristan a chance de levantar da cama e empurrar Marcus embora do quarto a pontapés e socos pelo abuso. O segundo susto daquela noite foi com sua mãe o pegando batendo em seu marido o deixando roxo e "aparentemente" sem motivo.

Após aqueles cinco minutos de surto do susto, sua mãe escutou o motivo, mas não acreditando ainda mais pelo Marcus chorando no chão bêbado. Sua mãe o prometeu uma conversa séria no dia seguinte, mas Tristan já sabia claramente onde isso daria e foi dormir com uma barricada na porta por segurança. No dia seguinte, sua mãe saíra cedo e Marcus ficara com feridas nas bochechas e um olho roxo dos socos que recebeu, mas nada falara com o garoto e o mesmo nada se pronunciou sobre o ocorrido.

Sua mãe estava ocupada com os plantões do hospital que acabou tornando a "conversa" algo inexistente, ainda mais com Marcus tentando ser legal e falando pra ela pelo telefone que eu não merecia punição porque eu estava certo afinal ele estava bêbado. Não confiava nele e apenas deixei acontecer as coisas só ficando receoso com aquela situação toda, sabia que algo viria a acontecer ainda como se fosse vidente.

Algumas semanas se passaram desde o ocorrido e houve uma competição de Tristan lutando pela primeira vez na Liga Júnior pela idade, sua mãe claramente não pode ir e Marcus avisou isso em cima da hora da luta que ela estava atolada de chamadas no hospital. O garoto ficara triste, mas  não iria desistir daquilo e no fim acabou vencendo a luta fazendo o que Ronny ensinara sobre descontar a raiva na luta.

Chegando em casa havia bolo de cenoura com cobertura de chocolate e bebidas na mesa com a mãe o esperando tentando se desculpar, o garoto acabou perdoando a mãe e ele ficou comentando todos os possíveis detalhes da luta para ela. Acabando de comer quase metade do bolo, o mesmo foi dormir porque estava cansado e apenas trocou de roupa pra dormir. Mais uma vez acordara de madrugada com uma mão em seu corpo

Dessa vez tentou ser mais rápido e já se levantar esperando poder acertar o padrasto antes dele subir nele, mas fora um plano falho pois estava com as mãos e os pés amarrados. Marcus gesticulou pra ele um "não" com o dedo indicador direito e Tristan sem ter o que fazer gritou por socorro diversas vezes. Ninguém respondera e o detetive começou a se despir virando Tristan e começando a apalpar o corpo dele.

Tristan parecia vibrar de raiva porque embora não soubesse do que gostava ainda, com certeza não queria ter sua primeira vez com um padrasto abusivo. Ouviu um barulho alto abafado e logo alguém entrou no quarto, ouviu-se aqueles barulhos de brigas pesadas e aqueles gemidos de dor abafados. Logo viera um silêncio e então viraram Tristan na cama já mexendo nas cordas para desamarrar quando ele percebeu que era o Ronny já explicando que viera entregar o troféu do torneiro quando ouviu os gritos dele.

Ronny mau libertara as mãos de Tristan quando Marcus que embora menos encorpado era maior que o lutador, pulou nas costas deles e socou a cabeça dele diversas vezes. Ronny o empurrou contra a parede fazendo o mesmo se soltar e o empurrou para a sala onde ouviu-se mais alguns barulhos de luta e então Marcus apareceu na porta sorrindo malicioso. Tristan olhou envolta procurando algo e a primeira coisa útil foi o despertador de bola de beisebol, atirou na cabeça de Marcus acertando sua testa e o deixando desacordado.

Tristan viu o policial se levantando e percebeu onde isso iria acabar, amarrou os pés e mãos de Marcus e o deixou do lado de sua cama. Arrastou com sacrifício Ronny para as escadas e subiu um andar deixando o recado para não o procurar mais e que ele iria sumir. Retornando para o apartamento, pegou alguns biscoitos, retornou para o quarto e guardou algumas roupas e os biscoitos que pegou na cozinha enquanto notava Marcus começando a acordar.

O garoto apenas fechou o punho direito e o deixou desacordado novamente, terminou de aprontar sua mochila e foi embora dali deixando aberto mesmo para pensarem que foi assalto ou algo parecido. Ia descer de elevador, mas pela janela da porte viu que era sua mãe falando no telefone bocejando, ele correu para a direita entrando na porta das escadas e desceu freneticamente para não ser visto e nem reconhecido mesmo de costas.

Andando por quase duas horas, o cansaço bateu no jovem e o mesmo foi humildemente para um canto em um beco esperando encontrar algum lugar pra dormir como uma escada de incêndio para subir e passar a noite. Acabou não achando nenhum escada de incêndio baixa, então aproveitando um acampamento de mendigo aparentemente abandonado, entrou ali e dormiu. Ficando sentado com as costas na parede e abraçado na mochila pra dormir.

Ele sonhou com uma voz grossa não conhecida dando-lhe uma bronca sobre aquela situação toda, com 500 dólares pelo prêmio não iria muito longe, ainda mais se o roubassem. Devia ter tido um plano antes de fugir assim, ainda mais por estar dormindo na casa de algum mendigo. Ouviu um rosnado e saiu assustado daquele acampamento já avisando que estava com sono e não tinha intenção de pegar o lugar de ninguém.

Mas o que estava na frente dele era talvez a pior possibilidade que ele poderia esperar daquela situação, uma loba preta e ligeiramente muito maior que um logo normal porque de pé estava maior do que Tristan. Cogitou-se a hipótese de correr, mas suas forças sumiram deixando-o com a opção de olhar para a loba que notou ser uma pela falta de algo pendurado entre as pernas.

Não sabendo o que esperar daquela situação o garoto disparou: - Você é um sonho, ou estou drogado? - Podendo ser possível estar drogado já que Marcus o amarrara anteriormente. Estranhamente a loba respondeu - Nem uma coisa, nem outra. Me acompanhe filho de Febo. - Ela o chamou de filho de Febo e isso ficou em sua mente por algum tempo porque a loba se virou andando para o outro lado do beco e então seu corpo tornava a se mover, mas viera a menção dela sobre ser filho de Febo.

Febo não parecia ser um nome feminino para ele "A Febo" então de fato era "O Febo", já que sua mãe se chamava Maryse e não havia possibilidade de ser sua mãe a ter aquele nome realmente. Movido pela curiosidade de saber sobre seu pai e pelo receio de contraria uma loba daquele tamanho, o garoto a seguiu até o fim do beco percebendo sua visão escurecendo e enfim apagando novamente.

Quando acordou sentiu um cheiro forte de pelo de animal, não sabia dizer se era gato, cachorro ou se era daquela Loba da noite anterior. Porque tinha certeza que não fora um sonho, pois mesmo os sonhos mais estranhos teriam que ter um fundo de verdade e uma loba falando que ele era filho de Febo não era nada normal. Estava em um quarto de algum local abandonado ou algo assim e achando estar sozinho se levantou assustado quando viu alguns lobos passando pela porta.

Diferente da loba da noite anterior, esses eram do tamanho "normal" que ele via em filmes, mas ainda assim cada vez mais estranho aquela situação toda. Pra piorar seu corpo sentiu a necessidade de seguir aqueles lobos que o levou para um tipo de pátio onde a loba o esperava e se apresentou como Lupa. Aquele nome não era estranho aos ouvidos de Tristan e sem pensar duas vezes perguntou: - Lupa não era a loba que criou aqueles irmão Remo e Romulo? - Ela concordou com a cabeça e foi explicando a realidade dos deuses.

Nas palavras de Lupa, o garoto era filho de Febo um deus romano e ela deveria prepará-lo para o Acampamento Júpiter, ou ele morreria tentando. Não tinha muita ideia daquilo tudo, mas com certeza não se permitiria morrer assim tão facilmente ainda mais com essas explicações rasas sobre deuses romanos. Nos treinos demonstrara esforço e talento com armas, mas embora não soubesse usar com perfeição armas de combate corpo a corpo, optou muitas vezes por combate a distância.

Nas palavras de Lupa ele não era um legionário comum, mas que deveria ter habilidade com armas de curto alcance, pois se as de longo alcance como bestas e arcos falhassem, seria as gládios que teria de usar. Não sabia exatamente quanto tempo se passara até o teste final com diversas criaturas mágicas em que teria de lidar sozinho, uma por vez em alguns casos ou algumas em duplas, mas era essa a última chance.

Ao final daquele dia a fumaça laranja predominava o sol de fim de tarde e Lupa o reprovara mandando seus lobos se alimentarem deste inútil para Nova Roma. O pesar de decepção subiu para sua garganta, seu peito pesava com a respiração ofegante pelas batalhas e todo esse tempo de treinos. Já havia abandonado sua mãe com aquele inútil que parecia fazê-la tão feliz e então lembrara de sua avó Julia falando que ele seria incrível, um herói a quem devem se orgulhar.

Ele seria isso, mesmo sendo a última coisa que faria, pegou duas gládios da mesa de armas que era para treino, driblando ataques dos lobos pulando por cima apenas de agachando; os que ficaram em posição de ataque, usando a corrida como distração para que quando fossem atacá-lo, o mesmo girasse para o lado passando por ele; e para os que corriam tentando uma investida contra ele, ameaçava pular e quando eles pulavam escorregar no chão por baixo deles até a mesa de armas.

Pegou duas gládios colocando nas bainhas da calças e pegou um arco já com a aljava nas costas  com quase vinte flechas que sobraram pelas lutas anteriores. Feriu os lobos nas coxas traseiras, acima das patas dianteiras perto do pescoço. Queria se proteger, não acabar com a matilha de Lupa, se provar não poderia ser estúpido a ponto de querer ser morto também, ainda mais naquela situação.

Acabando as flechas, puxou as gládios das bainhas terminando com todos os lobos repetindo os mesmos esquemas de combate: apenas nas pernas e perfurações não muito fundas. Parou de luta ficando quase trinta metros de Lupa com mais lobos entre eles: - Não me faça terminar com eles também deusa. Eu fiz tudo o que falou, não tenho mais nada e você me deu esperanças, não vire as costas para mim.

Lupa rosnou silenciando toda sua matilha que rosnava pelas palavras do garoto e andou até o mesmo, olhou nos olhos dele: - Você está aprovado então, bastava não ter se entregado que estaria de fato aprovado. Não basta derrotar monstros escolhidos para se ter valor, sua persistência em não morrer também tem sua valia. - Ela me mandou me trocar e em seguida seguir viagem com um de seus lobos para o Acampamento Júpiter onde me apresentaria para um dos guardas e lá teria iniciado sua história verdadeira.




Treinos:

Missões:

Eventos:




Bênçãos:
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Maldições:
Descreva aqui suas maldições

Arsenal:
Pumpkin - Besta automática trabalhada em ouro imperial tendo a maior parte pintada de prata e apenas algumas partes em sua cor original dourada brilhante, possuindo cerca de 1,20m do tanque de CO2 até a ponta e o seu aro de arco com 70cm. Precisa ser usada com ambas as mãos pois enquanto que uma serve de apoio para minha a outra puxa o gatilho mantendo a posição segura de tiro pelo tanque de CO2 apoiado no braço perto do ombro. Na parte inferior há uma trava permitindo a saída do tambor de dardos retos com pontas finas de ouro imperial como os dardos de atletismo para melhor perfuração e seus rêmiges - sendo três em cada dardo - pintados na cor amarelo ouro como o próprio ouro imperial sem o brilho. A besta é para ser operada a gás (CO2), mas, uma vez que o tanque não é acoplado, há um tipo de cilindro abaixo da mira que pode ser puxado servindo de substituto para o tanque de CO2, contudo dando mais trabalho e atraso no ataque. A arma tem a habilidade de gerar uma grande onda sônica capaz de atordoar inimigos mais distantes e até mesmo arremessar os que estiverem muito perto. Sendo que tal habilidade pode funcionar com o choque da besta no oponente, ou dos dardos em alguma superfície sólida. [Classe Livre - Filho de Febo]


©PJGR - Percy Jackson Gregos e Romanos

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Tristan Bane Porter

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Re: [FP] Tristan Bane Porter

Mensagem por Ártemis em Seg Jul 20, 2015 4:32 pm

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